O grupo foi ótimo, souberam explicar a função do colunista gastronômico, trouxeram ótimos exemplos para melhorar a fixação, teve um exemplo de coluna de serviço que o próprio grupo fez e estava muito bom. E o conteúdo do blog também esta bom, pois até quem não assistiu a apresentação do grupo só com a leitura da para entender.
Por: Aline Leme
Gleice Ap.
Luiz Claudio
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Crítica - Apresentação HQ
Apresentação objetiva, o conteúdo exposto em sala de aula foi conciso, porém, aparentemente, suficiente para o entendimento de todos.
A atividade proposta, também foi interessante, principalmente pela dica que nos foi dada, do curso que a Unisant´anna oferece para aprendizagem de HQ´s, no entanto a forma com que a atividade foi postada no blog, não foi boa, pois foi inserida uma só imagem com as atividades de todos os grupos, o que dificultou a visualização das HQ´s.
Quanto ao blog, é importante ressaltar que a linguagem utilizada em blogs não é a mesma que utilizamos em textos acadêmicos, principalmente à questão da diagramação dos textos.
Diante do conteúdo exposto, analisamos que o grupo escreveu “um personagem” não “uma personagem”.
Essa forma está certa?
Pois bem, há tempos atrás a regra para o substantivo personagem era:
masculino quando se tratasse de personagens reais e feminino quando se tratasse de personagem representado ou elemento de ficção.
Hoje, conforme o VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), personagem é considerado substantivo comum-de-dois, ou seja, registra que tanto se pode usar O personagem quanto A personagem.
Vale ressaltar que o VOLP é documento oficial do nosso idioma, e é editado pela Academia Brasileira de Letras e tem valor de lei, ou seja, o que o VOLP registra é oficialmente o adequado, portanto personagem é substantivo comum-de-dois: O personagem e A personagem, facultativamente.
Por: Aline Silva – Aline Kátia – Sâmia Gabriela
A atividade proposta, também foi interessante, principalmente pela dica que nos foi dada, do curso que a Unisant´anna oferece para aprendizagem de HQ´s, no entanto a forma com que a atividade foi postada no blog, não foi boa, pois foi inserida uma só imagem com as atividades de todos os grupos, o que dificultou a visualização das HQ´s.
Quanto ao blog, é importante ressaltar que a linguagem utilizada em blogs não é a mesma que utilizamos em textos acadêmicos, principalmente à questão da diagramação dos textos.
Diante do conteúdo exposto, analisamos que o grupo escreveu “um personagem” não “uma personagem”.
Essa forma está certa?
Pois bem, há tempos atrás a regra para o substantivo personagem era:
masculino quando se tratasse de personagens reais e feminino quando se tratasse de personagem representado ou elemento de ficção.
Hoje, conforme o VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), personagem é considerado substantivo comum-de-dois, ou seja, registra que tanto se pode usar O personagem quanto A personagem.
Vale ressaltar que o VOLP é documento oficial do nosso idioma, e é editado pela Academia Brasileira de Letras e tem valor de lei, ou seja, o que o VOLP registra é oficialmente o adequado, portanto personagem é substantivo comum-de-dois: O personagem e A personagem, facultativamente.
Por: Aline Silva – Aline Kátia – Sâmia Gabriela
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Leitor crítico Coluna Social (apresentação)
A apresentação do grupo sobre coluna social foi muito boa, todo o grupo apresentou por igual e esclareceram dúvidas sobre o assunto, porém foram percebidos alguns erros de concordância, como: "algumas notinhas que fala" e "fala o que não devem". um dos integrantes do grupo em toda a leitura ao falar a palavra "sites" falava da maneira que se escreve.
Veremos abaixo alguns exemplos de tipos de concordância :
CONCORDÂNCIA VERBAL
Sujeito simples = o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito simples. (O menino trabalha na fábrica; Nós gostamos de crianças.).
Sujeito composto antes do verbo = escrito antes do verbo, o sujeito composto admite o verbo no plural. (O pai e o filho levantavam cedo.).
Sujeito composto depois do verbo = escrito depois do verbo, o sujeito composto admite o verbo no plural ou em concordância com o sujeito mais próximo. (Levantavam ou levantava cedo o pai e o filho).
Sujeito composto de pessoas gramaticais diferentes = sendo o sujeito composto de pessoas gramaticais diferentes, o verbo concordará no plural e na pessoa gramatical que prevalecer sobre as outras. A 1ª pessoa prevalece sobre a 2ª e a 3ª; a 2ª pessoa prevalece sobre a 3ª. (Eu, tu e ela dizemos a lição. Tu e ela fizestes a lição).
Casos especiais de concordância verbal:
Sujeitos ligados por "ou" = o verbo concorda com o sujeito mais próximo se houver idéia de retificação. Neste caso, comumente os núcleos vêm isolados por uma vírgula e são de números diferentes - O menino, ou os meninos mataram as galinhas. Os meninos, ou o menino matou as galinhas. O verbo concorda no plural se houver participação de todos os sujeitos no processo verbal - Saia daí que uma faísca ou um estilhaço poderão atingi-lo em cheio. O verbo concordará no singular se houver idéia de exclusão de um dos sujeitos do processo verbal - O Brasil ou a Holanda ganhará o próximo campeonato mundial de futebol.
Sujeitos resumidos por "tudo", "nada", "ninguém" = o verbo concordará no singular quando, numa relação de sujeitos, após o último vier escrita uma das formas pronominais acima citadas - Pobres, ricos, sábios, ignorantes, ninguém está satisfeito.
Sujeito coletivo = o verbo concordará no singular com o sujeito coletivo escrito no singular também - O rebanho comeu toda a ração.
Sujeito representado por pronome de tratamento = o verbo concordará na 3ª pessoa sendo o sujeito um pronome de tratamento - Vossa Senhoria deseja informação?
Sujeito representado por nome próprio com forma de plural = verbo no plural, se o nome próprio admitir artigo no plural - Os Estados Unidos defendem os direitos humanos. Verbo no singular, se o nome próprio admitir artigo no singular - O Amazonas é muito grande. Verbo no singular se o nome próprio não admitir anteposição de artigo - Campinas fica perto de Jundiaí.
Concordância do verbo ser = apresentando uma sintaxe irregular de concordância, o verbo ser pode deixar de concordar com o sujeito para concordar com o predicativo nos seguintes casos:
Sendo o sujeito um dos pronomes tudo, o, isto, isso, aquilo, e o predicativo uma palavra no plural = Tudo eram recordações. Isto são alegrias.
Sendo o sujeito um substantivo inanimado no singular e o predicativo uma palavra no plural = O mundo são ilusões. A roupa eram uns trapos. Nota = sendo o sujeito um nome de pessoa ou um pronome pessoal, a concordância será normal. Por exemplo: O filho(ele) era as alegrias do casal.
Sendo o sujeito uma palavra de sentido coletivo = A maioria eram crianças órfãs.
Sendo o predicativo uma forma de pronome pessoal = O herdeiro sois vós.
Na indicação de horas, datas, distância, sendo o verbo ser impessoal = São duas horas. Eram oito de maio.
Nota = nestes casos, o verbo ser concorda com a expressão numérica.
Concordância dos verbos dar, bater e soar = os três verbos concordam normalmente com o sujeito em relação às horas. Neste caso, o sujeito é representado pela palavra horas, badaladas ou relógio. Por exemplo: Deu quatro horas o relógio da igreja. Deram cinco horas. Soaram seis horas no relógio da praça.
Concordância do verbo parecer = na seqüência em que há o verbo parecer + infinitivo de outro verbo, apenas um deles é que ficará no plural, não os dois. Por exemplo: Os astros parecem caminhar no firmamento. Os astros parece caminharem no firmamento.
Foi usada a linguagem informal durante a apresentação, segue abaixo diferenças: entre linguagem formal e informal:
A linguagem culta também é chamada de linguagem formal, ou linguagem padrão. Ela deve ser usada em textos científicos, acadêmicos e informativos. Na gravação para o NE-TV, tivemos a participação de um juiz que dava sua opinião sobre a Copa. Ele utilizava termos como "aquém, atuação convincente, descompromisso" e, além dessa boa seleção vocabular, percebia-se um respeito pela norma culta na fala: "assistir aos jogos".
A linguagem coloquial é também conhecida como informal. Colóquio significa conversa. Nela percebemos deslizes de concordância, repetições e cacoetes como: tá, né. Ela também aparece, no texto escrito, na reprodução da fala de algumas personagens e em bilhetes de nosso dia-a-dia. Dona Rizo, uma dona de casa simpática que também participou da entrevista ao NE-TV, ao dar sua opinião sobre a atuação dos jogadores na Copa utilizou alguns clichês típicos da linguagem informal como: "fiquei em cima do muro" e "pelo andamento da carruagem". Além disso, sua fala apresentava elementos típicos da oralidade como o "né?" e expressões curiosas como: "na dura força". Percebia-se também deslizes na concordância: "veio duas amigas ..."
A gíria é uma outra variedade da língua. São palavras criadas, inventadas por determinado grupo social. Às vezes, quando muito utilizada, pode migrar para a linguagem coloquial e, tempos depois, até para a linguagem formal. O surfista que também participou da entrevista ao telejornal usou muitas gírias: pô, véio, sacar, beleza, curtir, massa, "mermão".
Site: http://www.educacao360.com.br/
Site: http://www.micropic.com.br/
Bianca Pedrina
Letícia Rosa
Priscila Gomes
Veremos abaixo alguns exemplos de tipos de concordância :
CONCORDÂNCIA VERBAL
Sujeito simples = o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito simples. (O menino trabalha na fábrica; Nós gostamos de crianças.).
Sujeito composto antes do verbo = escrito antes do verbo, o sujeito composto admite o verbo no plural. (O pai e o filho levantavam cedo.).
Sujeito composto depois do verbo = escrito depois do verbo, o sujeito composto admite o verbo no plural ou em concordância com o sujeito mais próximo. (Levantavam ou levantava cedo o pai e o filho).
Sujeito composto de pessoas gramaticais diferentes = sendo o sujeito composto de pessoas gramaticais diferentes, o verbo concordará no plural e na pessoa gramatical que prevalecer sobre as outras. A 1ª pessoa prevalece sobre a 2ª e a 3ª; a 2ª pessoa prevalece sobre a 3ª. (Eu, tu e ela dizemos a lição. Tu e ela fizestes a lição).
Casos especiais de concordância verbal:
Sujeitos ligados por "ou" = o verbo concorda com o sujeito mais próximo se houver idéia de retificação. Neste caso, comumente os núcleos vêm isolados por uma vírgula e são de números diferentes - O menino, ou os meninos mataram as galinhas. Os meninos, ou o menino matou as galinhas. O verbo concorda no plural se houver participação de todos os sujeitos no processo verbal - Saia daí que uma faísca ou um estilhaço poderão atingi-lo em cheio. O verbo concordará no singular se houver idéia de exclusão de um dos sujeitos do processo verbal - O Brasil ou a Holanda ganhará o próximo campeonato mundial de futebol.
Sujeitos resumidos por "tudo", "nada", "ninguém" = o verbo concordará no singular quando, numa relação de sujeitos, após o último vier escrita uma das formas pronominais acima citadas - Pobres, ricos, sábios, ignorantes, ninguém está satisfeito.
Sujeito coletivo = o verbo concordará no singular com o sujeito coletivo escrito no singular também - O rebanho comeu toda a ração.
Sujeito representado por pronome de tratamento = o verbo concordará na 3ª pessoa sendo o sujeito um pronome de tratamento - Vossa Senhoria deseja informação?
Sujeito representado por nome próprio com forma de plural = verbo no plural, se o nome próprio admitir artigo no plural - Os Estados Unidos defendem os direitos humanos. Verbo no singular, se o nome próprio admitir artigo no singular - O Amazonas é muito grande. Verbo no singular se o nome próprio não admitir anteposição de artigo - Campinas fica perto de Jundiaí.
Concordância do verbo ser = apresentando uma sintaxe irregular de concordância, o verbo ser pode deixar de concordar com o sujeito para concordar com o predicativo nos seguintes casos:
Sendo o sujeito um dos pronomes tudo, o, isto, isso, aquilo, e o predicativo uma palavra no plural = Tudo eram recordações. Isto são alegrias.
Sendo o sujeito um substantivo inanimado no singular e o predicativo uma palavra no plural = O mundo são ilusões. A roupa eram uns trapos. Nota = sendo o sujeito um nome de pessoa ou um pronome pessoal, a concordância será normal. Por exemplo: O filho(ele) era as alegrias do casal.
Sendo o sujeito uma palavra de sentido coletivo = A maioria eram crianças órfãs.
Sendo o predicativo uma forma de pronome pessoal = O herdeiro sois vós.
Na indicação de horas, datas, distância, sendo o verbo ser impessoal = São duas horas. Eram oito de maio.
Nota = nestes casos, o verbo ser concorda com a expressão numérica.
Concordância dos verbos dar, bater e soar = os três verbos concordam normalmente com o sujeito em relação às horas. Neste caso, o sujeito é representado pela palavra horas, badaladas ou relógio. Por exemplo: Deu quatro horas o relógio da igreja. Deram cinco horas. Soaram seis horas no relógio da praça.
Concordância do verbo parecer = na seqüência em que há o verbo parecer + infinitivo de outro verbo, apenas um deles é que ficará no plural, não os dois. Por exemplo: Os astros parecem caminhar no firmamento. Os astros parece caminharem no firmamento.
Foi usada a linguagem informal durante a apresentação, segue abaixo diferenças: entre linguagem formal e informal:
A linguagem culta também é chamada de linguagem formal, ou linguagem padrão. Ela deve ser usada em textos científicos, acadêmicos e informativos. Na gravação para o NE-TV, tivemos a participação de um juiz que dava sua opinião sobre a Copa. Ele utilizava termos como "aquém, atuação convincente, descompromisso" e, além dessa boa seleção vocabular, percebia-se um respeito pela norma culta na fala: "assistir aos jogos".
A linguagem coloquial é também conhecida como informal. Colóquio significa conversa. Nela percebemos deslizes de concordância, repetições e cacoetes como: tá, né. Ela também aparece, no texto escrito, na reprodução da fala de algumas personagens e em bilhetes de nosso dia-a-dia. Dona Rizo, uma dona de casa simpática que também participou da entrevista ao NE-TV, ao dar sua opinião sobre a atuação dos jogadores na Copa utilizou alguns clichês típicos da linguagem informal como: "fiquei em cima do muro" e "pelo andamento da carruagem". Além disso, sua fala apresentava elementos típicos da oralidade como o "né?" e expressões curiosas como: "na dura força". Percebia-se também deslizes na concordância: "veio duas amigas ..."
A gíria é uma outra variedade da língua. São palavras criadas, inventadas por determinado grupo social. Às vezes, quando muito utilizada, pode migrar para a linguagem coloquial e, tempos depois, até para a linguagem formal. O surfista que também participou da entrevista ao telejornal usou muitas gírias: pô, véio, sacar, beleza, curtir, massa, "mermão".
Site: http://www.educacao360.com.br/
Site: http://www.micropic.com.br/
Bianca Pedrina
Letícia Rosa
Priscila Gomes
domingo, 19 de outubro de 2008
Leitor Crítico- Editorial
Em geral, o grupo foi bom e começou a explicar bem o material de estudo. Apesar de o professor questionar a diferença emtre o editorial e a coluna, e acontecerem algumas desavenças, o grupo soube se manter e solucionar as dúvidas satisfatoriamente.
Todos falaram pausadamente, e não confundiram os alunos que prestavam atenção.
Com um clima divertido, porém sério, o trio atingiu seu obejtivo, de ensinar a todos o que, onde é feito e como se faz um editorial.
Por: Ana Elisa
Leonardo Ferreira
Lilia Tavares
Mariana Lima.
Todos falaram pausadamente, e não confundiram os alunos que prestavam atenção.
Com um clima divertido, porém sério, o trio atingiu seu obejtivo, de ensinar a todos o que, onde é feito e como se faz um editorial.
Por: Ana Elisa
Leonardo Ferreira
Lilia Tavares
Mariana Lima.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
"Leitor Critico - Entrevista"
Analisamos o texto postado na ultima quinta-feira (21/08/2008) e percebemos que existe redundância em grande parte da entrevista, falta de pontuação e alguns trechos foram escritos de forma informal.
Os jornalistas não se atentaram ao usar palavras no pretérito em frases que deveriam estar no presente, assim como também não lembraram do uso correto dos "porquês".
Todavia o conteúdo da entrevista foi muito interessante e através deste conhecemos uma adolescente diferenciada das demais e com um objetivo que deveria ser de interesse comum, pois ela deseja apenas mudar o mundo para melhor.
Andressa Freire
Izabelle Louise
Leticia Silvia
Talita Kibaiasse
Os jornalistas não se atentaram ao usar palavras no pretérito em frases que deveriam estar no presente, assim como também não lembraram do uso correto dos "porquês".
Todavia o conteúdo da entrevista foi muito interessante e através deste conhecemos uma adolescente diferenciada das demais e com um objetivo que deveria ser de interesse comum, pois ela deseja apenas mudar o mundo para melhor.
Andressa Freire
Izabelle Louise
Leticia Silvia
Talita Kibaiasse
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Curiosidades
Saiba mais !
Regras de acentuação
1.Proparoxítonas
Todos os vocábulos proparoxítonos são acentuados.
Exemplos: árvore, metafísica, lâmpada, pêssego, quiséssemos, África, Ângela.
2.Paroxítonas
São acentuados os vocábulos paroxítonos terminados em:
I(s), us, um/uns, r, x, n, l, ditongo,ão, aõs e ps.
3.Oxítonas
São acentuados os vocábulos terminados em: a(s ), e(s), o(s), em/ens.
Acentuam-se também los monossílabos tônicos terminados em a, e, o (seguidos ou não de s).
Sei que vocês estão cansados de ver, ou saber isso, mas para saber mais sobre regras especiais de acentuação, visite o site: http://www.portrasdasletras.com.br/
Dicas de sites de língua portuguesa:
http://www.soportugues.com.br/
http://www.portrasdasletras.com.br/
Site de dicionário de língua portuguesa:
http://www.priberam.pt/
Crítica
O primeiro texto, com o título “Aposentadoria deve ser pedida no posto”, tem um ótimo raciocínio nas sugestões dadas ao Jornal Agora, porém, não tiveram um cuidado com a escrita, alguns erros gramaticais mereciam mais atenção, por exemplo, “Qual posto? De saúde ? Ou do INSS ?”, a palavra “ou” não deveria ser usada após o ponto de interrogação, nesse caso o escritor do texto deveria optar, ou pelo ponto de interrogação ou pela palavra Ou. Outro exemplo, “mas não informações que de tão objetivas acabam por se tornar confusas e sem nexo...”, a falta da vírgula nesta frase pode fazer com que ela também se torne confusa, e, até mesmo, sem nexo. O mesmo se repete na última frase do texto, “Atenção polígamos já podem solicitar o seu benefício ...”, não posso deixar de dizer que um texto crítico deve ser finalizado com um ponto final, não com reticências.
No segundo texto existe um erro semelhante ao do primeiro, “...a Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre a queda da lentidão no trânsito de São Paulo pós a implantação do rodízio para caminhões de pequeno porte, já que os caminhões grandes, já tem circulação restrita no centro.”, a “vírgula” e a palavra “já”, grifadas, não poderiam estar presentes no texto, ou então, devessem retirar a “vírgula” da frase e substituir a primeira palavra “já” pela palavra “sendo”. O texto intitulado “Coluna de Ombudsman”, mostra o empenho dos integrantes do grupo em fazer um texto exemplar, se preocuparam com a gramática e com a pontuação. Um erro grave encontrado no texto cinco foi terem colocado letra maiúscula após a vírgula, “... assim suas matérias, A Folha de São Paulo...”, o último parágrafo ficou muito confuso para o leitor, devido a concordância de palavras e idéias. O mesmo ocorre com o texto seguinte, “Cerimônia de Abertura” e com o texto “Nossa Opinião em Relação ao Grupo de Ombudsman”, os dois misturaram idéias na hora de escrever fazendo com que fique difícil a conclusão dos textos.No texto, “Mídia Abre Espaço para Futilidades”, não nos sentimos a vontade para criticar, deixando este “espaço” aberto para nossos colegas, porém, não podemos deixar passar em branco o fato de não haver um ponto final no texto. O texto “Disputa Mal Contabilizada” está bem claro ao leitor, porém, é necessário que as integrantes do grupo tenham mais cautela na digitação, pois faltaram alguns pontos.
Bruna Ferraz
Decio Caramigo
Flavio Lucio
Luciana Lazzarine
No segundo texto existe um erro semelhante ao do primeiro, “...a Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre a queda da lentidão no trânsito de São Paulo pós a implantação do rodízio para caminhões de pequeno porte, já que os caminhões grandes, já tem circulação restrita no centro.”, a “vírgula” e a palavra “já”, grifadas, não poderiam estar presentes no texto, ou então, devessem retirar a “vírgula” da frase e substituir a primeira palavra “já” pela palavra “sendo”. O texto intitulado “Coluna de Ombudsman”, mostra o empenho dos integrantes do grupo em fazer um texto exemplar, se preocuparam com a gramática e com a pontuação. Um erro grave encontrado no texto cinco foi terem colocado letra maiúscula após a vírgula, “... assim suas matérias, A Folha de São Paulo...”, o último parágrafo ficou muito confuso para o leitor, devido a concordância de palavras e idéias. O mesmo ocorre com o texto seguinte, “Cerimônia de Abertura” e com o texto “Nossa Opinião em Relação ao Grupo de Ombudsman”, os dois misturaram idéias na hora de escrever fazendo com que fique difícil a conclusão dos textos.No texto, “Mídia Abre Espaço para Futilidades”, não nos sentimos a vontade para criticar, deixando este “espaço” aberto para nossos colegas, porém, não podemos deixar passar em branco o fato de não haver um ponto final no texto. O texto “Disputa Mal Contabilizada” está bem claro ao leitor, porém, é necessário que as integrantes do grupo tenham mais cautela na digitação, pois faltaram alguns pontos.
Bruna Ferraz
Decio Caramigo
Flavio Lucio
Luciana Lazzarine
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